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Total de Questões Encontradas: 57.802 de 252.126
Exibindo: Página 604 de 11.561

Questão: 3016 / QT-7381
Ano: 2024
Banca: VUNESP
Órgão: Prefeitura de Lins - SP
Cargo: Agente Administrativo
Disciplina: Redação Oficial
Assinale a alternativa que apresenta norma correta de redação do padrão ofício, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República. 

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O endereçamento menciona o nome do destinatário; o cabeçalho consta no topo de todas as páginas do documento.

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O texto prescinde de formalidade; o endereçamento é feito no final de todas as páginas do documento.

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“Respeitosamente” é a palavra usada quando o destinatário é hierarquicamente superior; o conteúdo do documento é sucinto e vem precedido da palavra “Assunto”.

-

O documento exige vocativo; o nome do mês, na datação, é grafado com letra maiúscula. 


Questão: 3017 / QT-7382
Ano: 2024
Banca: VUNESP
Órgão: Prefeitura de Lins - SP
Cargo: Agente Administrativo
Disciplina: Redação Oficial
Considerando-se o destinatário destacado, assinale a alternativa que apresenta corretamente a forma de tratamento no vocativo, no corpo do texto e a respectiva abreviatura. 

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Diretor de Associação Comercial – Prezado Diretor / Vossa Senhoria / V. Sa.

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Presidente de Câmara Legislativa Municipal – Senhor Presidente / Vossa Excelência / V. Exa.

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Vereador – Senhor Vereador / Vossa Senhoria / Vª Sª

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Deputado Federal – Prezado Deputado Federal / Vossa Excelência / Va. Exa.


Questão: 3018 / QT-7413
Ano: 2024
Banca: VUNESP
Órgão: Prefeitura de Lins - SP
Cargo: Professor de Educação Física
Disciplina: Português

          No começo de novembro de 1985, um estudante brasileiro de pós-graduação na prestigiosa Universidade de Yale e um escritor português de fama crescente, mas ainda muito longe do ícone literário que acabaria por se tornar, passaram algumas horas agradáveis em uma conversa-entrevista na ilha de Manhattan. Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino, já com 63 anos, ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional e ficou encantado com o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. Trinta e sete anos depois, aquele encontro entre José Saramago, que 13 anos mais tarde ganharia o Nobel de Literatura, e o poeta, tradutor e professor da Universidade de São Paulo (USP) Horácio Costa finalmente virou livro.


          Mas por que a entrevista demorou tanto a ser publicada? A explicação é do próprio Costa, em sua apresentação: “Porque esteve perdida entre muitas caixas de papéis e livros que vieram do México, quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”, explica ele, que viveu cerca de duas décadas no México. E havia mais duas explicações adicionais. A primeira: Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. A outra, mais prosaica: ele acreditava piamente que as duas fitas cassetes com a entrevista saramaguiana tinham se perdido para sempre em meio a tantas mudanças. Até que em 2020, durante a pandemia, numa velha caixa preta de sapatos, encontrou as tais fitas.


       “Esse diálogo assimétrico entre um pós-graduando, obviamente feliz com a perspectiva de estudo que descortinava, e um escritor tardio que se confessava surpreso com a sua recente ascensão ao teatro internacional da literatura é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”, afirma Costa em sua apresentação.


        Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências, a composição de seu estilo, a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes.



(Marcello Rollemberg. Quando Saramago se preparava para ser Saramago.
https://jornal.usp.br, 18.11.2022. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que

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o fato de estar atrasado em sua vida acadêmica levou Horácio Costa a acreditar no insucesso da publicação da entrevista.

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a dissimetria na conversa entre Horácio Costa e José Saramago é motivada pela paridade observada em seus percursos acadêmicos.

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Saramago já tinha, quando conversou com Horácio Costa, claras bases para sua escrita, e, nos anos posteriores, apenas as aprimorou. 

-

Horácio Costa não planejava publicar a conversa-entrevista, mas deixou que o acaso cuidasse do futuro que ela teria.


Questão: 3019 / QT-7414
Ano: 2024
Banca: VUNESP
Órgão: Prefeitura de Lins - SP
Cargo: Professor de Educação Física
Disciplina: Português

          No começo de novembro de 1985, um estudante brasileiro de pós-graduação na prestigiosa Universidade de Yale e um escritor português de fama crescente, mas ainda muito longe do ícone literário que acabaria por se tornar, passaram algumas horas agradáveis em uma conversa-entrevista na ilha de Manhattan. Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino, já com 63 anos, ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional e ficou encantado com o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. Trinta e sete anos depois, aquele encontro entre José Saramago, que 13 anos mais tarde ganharia o Nobel de Literatura, e o poeta, tradutor e professor da Universidade de São Paulo (USP) Horácio Costa finalmente virou livro.


          Mas por que a entrevista demorou tanto a ser publicada? A explicação é do próprio Costa, em sua apresentação: “Porque esteve perdida entre muitas caixas de papéis e livros que vieram do México, quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”, explica ele, que viveu cerca de duas décadas no México. E havia mais duas explicações adicionais. A primeira: Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. A outra, mais prosaica: ele acreditava piamente que as duas fitas cassetes com a entrevista saramaguiana tinham se perdido para sempre em meio a tantas mudanças. Até que em 2020, durante a pandemia, numa velha caixa preta de sapatos, encontrou as tais fitas.


       “Esse diálogo assimétrico entre um pós-graduando, obviamente feliz com a perspectiva de estudo que descortinava, e um escritor tardio que se confessava surpreso com a sua recente ascensão ao teatro internacional da literatura é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”, afirma Costa em sua apresentação.


        Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências, a composição de seu estilo, a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes.



(Marcello Rollemberg. Quando Saramago se preparava para ser Saramago.
https://jornal.usp.br, 18.11.2022. Adaptado)
Considere os trechos:


• … o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. (1º parágrafo)


• … é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”… (3º parágrafo)


• … a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes. (4º parágrafo)


Os vocábulos destacados apresentam como antônimos, no contexto em que foram empregados:

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imersiva, aborrecedor, empobrecer. 

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desinteressante, atípico, precarizar.

-

minguante, confundível, deteriorar. 

-

improvável, divergente, rebuscar.


Questão: 3020 / QT-7415
Ano: 2024
Banca: VUNESP
Órgão: Prefeitura de Lins - SP
Cargo: Professor de Educação Física
Disciplina: Português

          No começo de novembro de 1985, um estudante brasileiro de pós-graduação na prestigiosa Universidade de Yale e um escritor português de fama crescente, mas ainda muito longe do ícone literário que acabaria por se tornar, passaram algumas horas agradáveis em uma conversa-entrevista na ilha de Manhattan. Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã e, naquele dia frio do outono nova-iorquino, já com 63 anos, ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional e ficou encantado com o interesse do jovem pesquisador brasileiro, de apenas 30 anos, em sua obra emergente. Trinta e sete anos depois, aquele encontro entre José Saramago, que 13 anos mais tarde ganharia o Nobel de Literatura, e o poeta, tradutor e professor da Universidade de São Paulo (USP) Horácio Costa finalmente virou livro.


          Mas por que a entrevista demorou tanto a ser publicada? A explicação é do próprio Costa, em sua apresentação: “Porque esteve perdida entre muitas caixas de papéis e livros que vieram do México, quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”, explica ele, que viveu cerca de duas décadas no México. E havia mais duas explicações adicionais. A primeira: Horácio Costa não queria publicar a entrevista antes de finalizar sua tese. A outra, mais prosaica: ele acreditava piamente que as duas fitas cassetes com a entrevista saramaguiana tinham se perdido para sempre em meio a tantas mudanças. Até que em 2020, durante a pandemia, numa velha caixa preta de sapatos, encontrou as tais fitas.


       “Esse diálogo assimétrico entre um pós-graduando, obviamente feliz com a perspectiva de estudo que descortinava, e um escritor tardio que se confessava surpreso com a sua recente ascensão ao teatro internacional da literatura é possivelmente, e para lá dos conteúdos nele desenvolvidos, o que de mais característico têm essas páginas”, afirma Costa em sua apresentação.


        Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências, a composição de seu estilo, a forma de elaborar seus livros – uma ourivesaria que só se faria sofisticar pelos anos seguintes.



(Marcello Rollemberg. Quando Saramago se preparava para ser Saramago.
https://jornal.usp.br, 18.11.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado está empregado em sentido figurado no contexto em que se encontra.

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Havia apenas nove anos que o escritor lusitano tinha começado sua carreira temporã… (1º parágrafo)

-

… ele começava a enveredar por um caminho de reconhecimento internacional… (1º parágrafo) 

-

… quando regressei ao Brasil em 1997 e 2001, nas duas mudanças que trouxe de lá por via marítima”… (3º parágrafo)

-

Ao longo de toda a conversa, José Saramago vai revelando suas influências… (4º parágrafo)



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