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Total de Questões Encontradas: 6.422 de 252.126
Exibindo: Página 1.285 de 1.285

Questão: 6421 / QT-185421
Ano: 2018
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Espanhol - PPL
Disciplina: Espanhol

                              Eduardo Galeano

                                        1976

                                      Libertad

                              Pájaros prohibidos


      Los presos políticos uruguayos no pueden hablar sin permiso, silbar, sonreír, cantar, caminar rápido ni saludar a otro preso. Tampoco pueden dibujar ni recibir dibujos de mujeres embarazadas, parejas, mariposas, estrellas ni pájaros.

      Didaskó Pérez, maestro de escuela, torturado y preso por tener ideas ideológicas, recibe un domingo la visita de su hija Milay, de cinco años. La hija le trae un dibujo de pájaros. Los censores se lo rompen en la entrada a la cárcel.

      El domingo siguiente, Milay le trae un dibujo de árboles. Los árboles no están prohibidos, y el domingo pasa. Didashkó le elogia la obra y le pregunta por los circulitos de colores que aparecen en la copa de los árboles, muchos pequeños círculos entre las ramas:

      — ¿Son naranjas? ¿qué frutas son?

      La niña lo hace callar:

      — Ssssshhhh.

      Y en secreto le explica:

      — Bobo, ¿no ves que son ojos? Los ojos de los pájaros que te traje a escondidas.

GALEANO, E. Memoria del fuego III. El siglo del viento. Madrid: Siglo Veintiuno de España, 1986.


A narrativa desse conto, que tem como pano de fundo a ditadura militar uruguaia, revela a

-

desvinculação social dos presos políticos.

-

condição precária dos presídios uruguaios.

-

perspicácia da criança ao burlar a censura.

-

falta de sensibilidade no trato com as crianças.

-

dificuldade de comunicação entre os presos políticos.


Questão: 6422 / QT-185422
Ano: 2018
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Espanhol - PPL
Disciplina: Espanhol

VIII – agosto

Champandongo


¡Ojalá que a Rosaura la boca se le hiciera chicharrón! Y que nunca hubiera dejado escapar esas repugnantes, malolientes, incoherentes, pestilentes, indecentes y repelentes palabras. En fin, no sabía por qué tenía que pensar en esas cosas tan desagradables en estos momentos que deberían ser para ella los más felices de su vida, ni sabía por qué estaba tan molesta. Y ojalá que ella viviera lo suficiente como para impedir que su hermana llevara a cabo tan nefastas intenciones. Nadie se explicaba este comportamiento, algunos creían que era porque le había afectado profundamente la idea de no volver a tener más hijos. Por lo que fuera, pero tal parecía que la ira dominaba los pensamientos y las acciones de todos en la casa. Tita estaba literalmente “como agua para chocolate”.

ESQUIVEL, L. Como agua para chocolate. Buenos Aires: Debolsillo, 2005.


Laura Esquivel, em sua obra, trata, entre outros temas, dos sentimentos e da natureza humanos. Com base nesse trecho do romance, a expressão como agua para chocolate faz referência

-

à forte queimadura na boca de Rosaura.

-

às rudes palavras proferidas pela irmã de Tita.

-

ao comportamento inexplicável da irmã de Rosaura.

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à felicidade da protagonista por ser um dia especial.

-

ao estado de fúria de Tita desencadeado pela fala de Rosaura.



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