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Total de Questões Encontradas: 6.422 de 252.126
Exibindo: Página 39 de 1.285

Questão: 191 / QT-179191
Ano: 2019
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Vestibular - PPL
Disciplina: Português
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado. Nesse caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Antes de curtir, comentar ou compartilhar, procuro checar as fontes, ir aos links originais. TAVARES, B. Disponível em: www.cartafundamental.com.br. Acesso em: 20 jan. 2015 (adaptado).
O texto expõe a preocupação de uma leitora de notícias on-line de que o compartilhamento de conteúdos falsos pode ter como consequência a

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displicência natural das pessoas que navegam pela internet.

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desconstrução das relações entre jornalismo e literatura.

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impossibilidade de identificação da origem dos textos.

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disseminação de ações criminosas na internet.

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obtenção de maior popularidade nas redes.


Questão: 192 / QT-179192
Ano: 2019
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Vestibular - PPL
Disciplina: Português
19-11-1959 Eu a conheci da primeira vez em que estive aqui. Parece-me que é esquizofrênica, caso crônico, doente há mais de vinte anos — não estou bem certa. Foi transferida para a Colônia Juliano Moreira e nunca mais a vi. [...] À tarde, quando ia lá, pedia-lhe para cantar a ária da Bohème, “Valsa da Musetta”. Dona Georgiana, recortada no meio do pátio, cantava — e era de doer o coração. As dementes, descalças e rasgadas, paravam em surpresa, rindo bonito em silêncio, os rostos transformados. Outras, sentadas no chão úmido, avançavam as faces inundadas de presença — elas que eram tão distantes. Os rostos fulgiam por instantes, irisados e indestrutíveis. Me deixava imóvel, as lágrimas cegando-me. Dona Georgiana cantava: cheia de graça, os olhos azuis sorrindo, aquele passado tão presente, ela que fora, ela que era, se elevando na limpidez das notas, minhas lágrimas descendo caladas, o pátio de mulheres existindo em dor e beleza. A beleza terrífica que Puccini não alcançou: uma mulher descalça, suja, gasta, louca, e as notas saindo-lhe em tragicidade difícil e bela demais — para existir fora de um hospício. CANÇADO, M. L. Hospício é Deus. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.
O diário da autora, como interna de hospital psiquiátrico, configura um registro singular, fundamentado por uma percepção que

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atenua a realidade do sofrimento por meio da música.

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redimensiona a essência humana tocada pela sensibilidade.

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evidencia os efeitos dos maus-tratos sobre a imagem feminina.

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transfigura o cotidiano da internação pelo poder de se emocionar.

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aponta para a recuperação da saúde mental graças à atividade artística.


Questão: 193 / QT-179193
Ano: 2019
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Vestibular - PPL
Disciplina: Português
Imagem associada para resolução da questão

VERISSIMO, L. F. As cobras em: se Deus existe que eu seja atingido por um raio. Porto Alegre: L&PM, 2000.
No que diz respeito ao uso de recursos expressivos em diferentes linguagens, o cartum produz humor brincando com a

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caracterização da linguagem utilizada em uma esfera de comunicação específica.

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deterioração do conhecimento científico na sociedade contemporânea.

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impossibilidade de duas cobras conversarem sobre o universo.

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dificuldade inerente aos textos produzidos por cientistas.

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complexidade da reflexão presente no diálogo.


Questão: 194 / QT-179194
Ano: 2019
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Vestibular - PPL
Disciplina: Português
A porca e os sete leitões
É um mito que está desaparecendo, pouca gente o conhece. É provável que a geração infantil atual o desconheça. (Em nossa infância em Botucatu, ouvimos falar que aparecia atrás da igreja de São Benedito no largo do Rosário.) Aparece atrás das igrejas antigas. Não faz mal a ninguém, pode-se correr para apanhá-la com seus bacorinhos que não se conseguirá. Desaparecem do lugar costumeiro da aparição, a qual só se dá à noite, depois de terem “cumprido a sina”. Em São Luís do Paraitinga, informaram que se a gente atirar contra a porca, o tiro não acerta. Ninguém é dono dela e por muitos anos apareceu atrás da igreja de Nossa Senhora das Mercês, na cidade onde nasceu Oswaldo Cruz. ARAÚJO, A. M. Folclore nacional I: festas, bailados, mitos e lendas. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
Os mitos são importantes para a cultura porque, entre outras funções, auxiliam na composição do imaginário de um povo por meio da linguagem. Esse texto contribui com o patrimônio cultural brasileiro porque

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preserva uma história da tradição oral.

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confirma a veracidade dos fatos narrados.

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identifica a origem de uma história popular.

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apresenta as diferentes visões sobre a aparição.

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reforça a necessidade de registro das narrativas folclóricas.


Questão: 195 / QT-179195
Ano: 2019
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Vestibular - PPL
Disciplina: Português
É através da linguagem que uma sociedade se comunica e retrata o conhecimento e entendimento de si própria e do mundo que a cerca. É na linguagem que se refletem a identificação e a diferenciação de cada comunidade e também a inserção do indivíduo em diferentes agrupamentos, estratos sociais, faixas etárias, gêneros, graus de escolaridade. A fala tem, assim, um caráter emblemático, que indica se o falante é brasileiro ou português, francês ou italiano, alemão ou holandês, americano ou inglês, e, mais ainda, sendo brasileiro, se é nordestino, sulista ou carioca. A linguagem também oferece pistas que permitem dizer se o locutor é homem ou mulher, se é jovem ou idoso, se tem curso primário, universitário ou se é iletrado. E, por ser um parâmetro que permite classificar o indivíduo de acordo com sua nacionalidade e naturalidade, sua condição econômica ou social e seu grau de instrução, é frequentemente usado para discriminar e estigmatizar o falante.
LEITE, Y.; CALLOU, D. Como falam os brasileiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
Nesse texto acadêmico, as autoras fazem uso da linguagem formal para

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estabelecer proximidade com o leitor.

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atingir pessoas de vários níveis sociais.

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atender às características do público leitor.

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caracterizar os diferentes falares brasileiros.

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atrair leitores de outras áreas do conhecimento.



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