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Total de Questões Encontradas: 6.422 de 252.126
Exibindo: Página 47 de 1.285

Questão: 231 / QT-179231
Ano: 2019
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Vestibular - PPL
Disciplina: Filosofia
Eis o ensinamento de minha doutrina: “Viva de forma a ter de desejar reviver — é o dever —, pois, em todo caso, você reviverá! Aquele que ama antes de tudo se submeter, obedecer e seguir, que obedeça! Mas que saiba para o que dirige sua preferência, e não recue diante de nenhum meio! É a eternidade que está em jogo!”. NIETZSCHE apud FERRY, L. Aprender a viver: filosofia para os novos tempos. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010 (adaptado).
O trecho contém uma formulação da doutrina nietzscheana do eterno retorno, que apresenta critérios radicais de avaliação da

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qualidade de nossa existência pessoal e coletiva.

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conveniência do cuidado da saúde física e espiritual.

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legitimidade da doutrina pagã da transmigração da alma.

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veracidade do postulado cosmológico da perenidade do mundo.

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validade de padrões habituais de ação humana ao longo da história.


Questão: 232 / QT-179232
Ano: 2019
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Vestibular - PPL
Disciplina: Sociologia
A linguagem é uma grande força de socialização, provavelmente a maior que existe. Com isso não queremos dizer apenas o fato mais ou menos óbvio de que a interação social dotada de significado é praticamente impossível sem a linguagem, mas que o mero fato de haver uma fala comum serve como um símbolo peculiarmente poderoso da solidariedade social entre aqueles que falam aquela língua. SAPIR, E. A linguagem. São Paulo: Perspectiva, 1980.
O texto destaca o entendimento segundo o qual a linguagem, como elemento do processo de socialização, constitui-se a partir de uma

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necessidade de ligação com o transcendente.

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relação de interdependência com a cultura.

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estruturação da racionalidade científica.

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imposição de caráter econômico.

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herança de natureza biológica.


Questão: 233 / QT-179233
Ano: 2019
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Vestibular - PPL
Disciplina: História
O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) reuniu historiadores, romancistas, poetas, administradores públicos e políticos em torno da investigação a respeito do caráter brasileiro. Em certo sentido, a estrutura dessa instituição, pelo menos como projeto, reproduzia o modelo centralizador imperial. Assim, enquanto na Corte localizava-se a sede, nas províncias deveria haver os respectivos institutos regionais. Estes, por sua vez, enviariam documentos e relatos regionais para a capital. DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta do Brasil, 2010 (adaptado).
De acordo com o texto, durante o reinado de D. Pedro II, o referido instituto objetivava

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construir uma narrativa de nação.

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debater as desigualdades sociais.

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combater as injustiças coloniais.

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defender a retórica do abolicionismo.

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evidenciar uma diversidade étnica.


Questão: 234 / QT-179234
Ano: 2019
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Vestibular - PPL
Disciplina: História
Para dar conta do movimento histórico do processo de inserção dos povos indígenas em contextos urbanos, cuja memória reside na fala dos seus sujeitos, foi necessário construir um método de investigação, baseado na História Oral, que desvelasse essas vivências ainda não estudadas pela historiografia, bem como as conflitivas relações de fronteira daí decorrentes. A partir da história oral foi possível entender a dinâmica de deslocamento e inserção dos índios urbanos no contexto da sociedade nacional, bem como perceber os entrelugares construídos por estes grupos étnicos na luta pela sobrevivência e no enfrentamento da sua condição de invisibilidade. MUSSI, P. L. V. Tronco velho ou ponta da rama? A mulher indígena terena nos entrelugares da fronteira urbana. Patrimônio e Memória, n. 1, 2008. O
uso desse método para compreender as condições dos povos indígenas nas áreas urbanas brasileiras justifica-se por

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focalizar a empregabilidade de indivíduos carentes de especialização técnica.

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permitir o recenseamento de cidadãos ausentes das estatísticas oficiais.

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neutralizar as ideologias de observadores imbuídos de viés acadêmico.

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promover o retorno de grupos apartados de suas nações de origem.

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registrar as trajetórias de sujeitos distantes das práticas de escrita.


Questão: 235 / QT-179235
Ano: 2019
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Vestibular - PPL
Disciplina: História
Uma privatização do espaço maior do que aquela proporcionada pelo quarto evidencia-se cada vez mais nos séculos XVII e XVIII. Como as ruelles [espaço entre a cama e a parede], as alcovas são espaços além do leito, longe da porta que dá acesso à sala (ou à antecâmara, nas casas da elite). Thomas Jefferson, tecnólogo do estilo século XVIII, mandou construir uma parede em torno de sua cama a fim de fechar completamente o pequeno cômodo além do leito — cômodo no qual só ele podia entrar, descendo da cama do lado da ruelle. RANUM, O. Os refúgios da intimidade. In: CHARTIER, R. (Org.). História da vida privada: da Renascença ao Século das Luzes. São Paulo: Cia. das Letras, 2009 (adaptado).
A partir do século XVII, a história da casa, que foi se modificando para atender aos novos hábitos dos indivíduos, provocou o(a)

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ampliação dos recintos.

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iluminação dos corredores.

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desvalorização da cozinha.

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embelezamento dos jardins.

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especialização dos aposentos.



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