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Total de Questões Encontradas: 6.422 de 252.126
Exibindo: Página 531 de 1.285

Questão: 2651 / QT-181651
Ano: 2023
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo - PPL ( 2° Aplicação)
Disciplina: Inglês

Imagem associada 
para resolução da questão




Os recursos verbais e não verbais do cartum fazem referência a situações comuns em aeroportos, motivadas pelo fato de que os(as)

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hábitos culturais são diversos.

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mulheres são ignoradas.

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pessoas são impacientes.

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saguões são congestionados.

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atendentes são desqualificados.


Questão: 2652 / QT-181652
Ano: 2023
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo - PPL ( 2° Aplicação)
Disciplina: Inglês
Letter to the Editor

   Michael Gerson’s Oct. 19 Tuesday Opinion column, “The state laboratory of idiocracy strikes again” did not highlight the disservice done to the Black community or any other minority group affected by White history. I wonder about how this will manipulate the perceptions of minorities in the eyes of students. The misguided stereotypes and assumptions perpetuated by these curriculum restrictions will likely prevent Black Americans from expressing themselves safely.
    It’s plausible to assume that continued miseducation over generations could create a sense of false comfort for Black Americans. Without proper access to history, minorities might begin to forget the oppression they have faced and the injustices they are currently dealing with. Lacking this vital historical education only serves to continue the longstanding issue of misinformation in modern generations.
   The problems are only the start of the issues that could begin to plague the American education system.
     Riley Kilcarr, Springfield.
Disponível em: www.washingtonpost.com. Acesso em: 29 out. 2021.


O autor dessa carta se reporta ao editor de um jornal para

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criticar uma matéria.

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manipular estudantes.

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atacar uma comunidade.

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revelar uma premonição.

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propagar desinformação.


Questão: 2653 / QT-181653
Ano: 2023
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo - PPL ( 2° Aplicação)
Disciplina: Educação Artística
O povo indígena Wajãpi utiliza o Kusiwa — reconhecido como bem imaterial da humanidade em 2003 — como repertório codificado de padrões gráficos que decora e colore o corpo e os objetos. Para além de enfeitar, Kusiwa aparece como “arte”, “marca”, “pintura” e “desenho”. Esses grafismos ultrapassam a noção estética e alcançam a cosmologia e as crenças religiosas.

ALMEIDA, C. S.; CARDOSO, P. B. Arte coussiouar, perspectivas históricas de alteridade e reconhecimento. Espaço Ameríndio, n. 1, jan.-jul. 2021.

O povo Wajãpi, que vive na Serra do Tumucumaque, entre Amapá, Pará e Guiana Francesa, vivencia práticas culturais que

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perdem significado quando desprovidas de elementos gráficos.

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revelam uma concepção de arte para além de funções estéticas.

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funcionam como elementos de representação figurativa de seu mundo.

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padronizam uma mesma identidade gráfica entre diferentes povos indígenas.

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primam pela utilização dos grafismos como contraposição ao mundo imaginário.


Questão: 2654 / QT-181654
Ano: 2023
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo - PPL ( 2° Aplicação)
Disciplina: Português
TEXTO I
O homem atual está sacrificando conhecimentos profundos de qualidade em prol de informações cada vez mais reduzidas, o que dá uma imagem incompleta do mundo em que cremos viver. Por isso as numerosas notícias de hoje serão esquecidas amanhã, uma vez que serão substituídas por outras numerosas notícias. Quanto mais informações tem uma sociedade, um acúmulo excessivo, menos memória guardamos, o que diminui sua profundidade histórica, e, por conseguinte, também a capacidade que se tem para conduzi-la com as nossas próprias mãos.


Disponível em: www.revistaesfinge.com.br. Acesso em: 13 out. 2021 (adaptado).

TEXTO II

                              Esc (Caverna digital) O que Maria vê Seu João não vê Dentro de cada universo Cada um enxerga e sente Com seu cada qual

O que Francisco diz Bia num entendeu Já tinha visto tanta coisa Que na sua cabeça tudo logo se perdeu

Me faz lembrar onde estamos Digitalmente perdidos Me faz lembrar nosso rumo Liquidamente entretidos [...] Lá fora um vendaval (aqui na) Caverna digital Ficamos inventando histórias Uma ilusão perfeita do que era pra ser Olho que tudo vê Ela ele você
                                SCALENE. Magnitite. São Paulo: Red Bull Studios, 2017 (fragmento).


Na comparação entre os dois textos, constata-se que a crítica comum a ambos refere-se ao(à)

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aversão ao controverso.

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incompreensão entre as pessoas. 

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esvaziamento das relações sociais.

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distanciamento sistemático da realidade.

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incredulidade frente aos acontecimentos.


Questão: 2655 / QT-181655
Ano: 2023
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo - PPL ( 2° Aplicação)
Disciplina: Artes Visuais
    Conseguindo, porém, escapar à vigilância dos interessados, e depois de curtir uma noite, a mais escura de sua vida, numa espécie de jaula com grades de ferro, Amaro, que só temia regressar à “fazenda”, voltar ao seio da escravidão, estremeceu diante de um rio muito largo e muito calmo, onde havia barcos vogando em todos os sentidos, à vela, outros deitando fumaça, e lá cima, beirando a água, um morro alto, em ponta, varando as nuvens, como ele nunca tinha visto...
      [...] todo o conjunto da paisagem comunicava-lhe uma sensação tão forte de liberdade e vida, que até lhe vinha vontade de chorar, mas chorar francamente, abertamente, na presença dos outros, como se estivesse enlouquecendo... Aquele magnífico cenário gravara-se-lhe na retina para toda a existência; nunca mais o havia de esquecer, oh! Nunca mais! Ele, o escravo, “o negro fugido”, sentia-se verdadeiramente homem, igual aos outros homens, feliz de o ser, grande como a natureza, em toda a pujança viril da sua mocidade, e tinha pena, muita pena dos que ficavam na “fazenda” trabalhando, sem ganhar dinheiro, desde a madrugadinha té... sabe Deus!
CAMINHA, A. Bom Crioulo. São Paulo: Martin Claret, 2008.


A situação descrita no fragmento aproxima-o dos padrões estéticos do Naturalismo em função da

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fragilidade emocional atribuída ao indivíduo oprimido.

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influência da paisagem sobre a capacidade de resiliência.

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impossibilidade de superação dos traumas da escravidão.

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correlação de causalidade entre força física e origem étnica.

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condição moral do indivíduo vinculada aos papéis de gênero.



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