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Total de Questões Encontradas: 6.422 de 252.126
Exibindo: Página 537 de 1.285

Questão: 2681 / QT-181681
Ano: 2023
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo - PPL ( 2° Aplicação)
Disciplina: Português
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Ao abordar a temática da violência contra a mulher, o cartaz conjuga as linguagens verbal e não verbal para 

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apresentar políticas públicas de combate à discriminação de gênero.

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mobilizar a vítima para denunciar as agressões sofridas. 

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expressar a reação da sociedade em relação ao crime. 

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analisar as consequências resultantes do sofrimento.

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discutir o comportamento psicológico do agressor. 


Questão: 2682 / QT-181682
Ano: 2023
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo - PPL ( 2° Aplicação)
Disciplina: Português
Tiranos de nós mesmos: a servidão voluntária na era da sociedade do desempenho
      Byung-Chul Han, no opúsculo Sociedade do cansaço, discute a ascensão de um novo paradigma social, em que a sociedade disciplinar de Foucault é substituída pela sociedade do desempenho. Esse novo modelo social é movido por um imperativo de maximizar a produção. Nós, sujeitos de desempenho, somos constante e sistematicamente pressionados a aperfeiçoar nossa performance e a aumentar nossa produção.
     A crença subjacente, segundo Han, é a de que nada é impossível. Nós podemos fazer tudo. Estamos constantemente pressionados por um poder fazer ilimitado. É um excesso de positividade, que se constitui em verdadeira violência neuronal.
        E por isso produzimos. Produzimos até a exaustão. E, mesmo cansados, continuamos produzindo. Uma meta é sempre substituída por outra. A tarefa nunca acaba. É frustrante e esgotante. O resultado é uma sociedade que gera fracassados e depressivos, a quem só resta recorrer a medicamentos para continuar produzindo mais eficientemente.
Disponível em: http://justificando.cartacapital.com.br. Acesso em: 24 ago. 2017 (adaptado).

Com base nessa reflexão acerca do livro Sociedade do cansaço, que discute o novo modelo da sociedade do desempenho, o resenhista a

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conceitua, apresenta seus fundamentos e conclui com suas consequências.

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fundamenta com argumentos, apresenta sua conclusão e oferece exemplos. 

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descreve, apresenta suas consequências e conclui com sua conceituação.

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exemplifica, apresenta sua fundamentação e avalia seus resultados.

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discute, apresenta seu conceito e promove uma discussão. 


Questão: 2683 / QT-181683
Ano: 2023
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo - PPL ( 2° Aplicação)
Disciplina: Português
Trechos do discurso de Ulysses Guimarães na promulgação da Constituição em 1988
Senhoras e senhores constituintes.
      Dois de fevereiro de 1987. Ecoam nesta sala as reivindicações das ruas. A Nação quer mudar. A Nação deve mudar. A Nação vai mudar. São palavras constantes do discurso de posse como presidente da Assembleia Nacional Constituinte.
        Hoje, 5 de outubro de 1988, no que tange à Constituição, a Nação mudou. A Constituição mudou na sua elaboração, mudou na definição dos Poderes. Mudou restaurando a federação, mudou quando quer mudar o homem cidadão. E é só cidadão quem ganha justo e suficiente salário, lê e escreve, mora, tem hospital e remédio, lazer quando descansa.
          A Nação nos mandou executar um serviço. Nós o fizemos com amor, aplicação e sem medo.
        A Constituição certamente não é perfeita. Ela própria o confessa ao admitir a reforma. Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca.
        Quando, após tantos anos de lutas e sacrifícios, promulgamos o Estatuto do Homem, da Liberdade e da Democracia, bradamos por imposição de sua honra.
      Nós, os legisladores, ampliamos os nossos deveres. Teremos de honrá-los. A Nação repudia a preguiça, a negligência e a inépcia.
    O povo é o superlegislador habilitado a rejeitar pelo referendo os projetos aprovados pelo Parlamento.
         Não é a Constituição perfeita, mas será útil, pioneira, desbravadora.
         Termino com as palavras com que comecei esta fala.
         A Nação quer mudar. A Nação deve mudar. A Nação vai mudar. A Constituição pretende ser a voz, a letra, a vontade política da sociedade rumo à mudança.
         Que a promulgação seja o nosso grito.
         Mudar para vencer. Muda, Brasil!

Disponível em: www.senadofederal.br. Acesso em: 30 out. 2021.

O discurso de Ulysses Guimarães apresenta características de duas funções da linguagem: ora revela a subjetividade de quem vive um momento histórico, ora busca informar a população sobre a Carta Magna. Essas duas funções manifestam-se, respectivamente, nos trechos:

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“São palavras constantes do discurso de posse como presidente da Assembleia Nacional Constituinte.” e “A Constituição pretende ser a voz, a letra, a vontade política da sociedade rumo à mudança”. 

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“Nós o fizemos com amor, aplicação e sem medo.” e “A Constituição mudou na sua elaboração, mudou na definição dos Poderes”.

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“Quando, após tantos anos de lutas e sacrifícios, promulgamos o Estatuto do Homem, da Liberdade e da Democracia, bradamos por imposição de sua honra.” e “Nós, os legisladores, ampliamos os nossos deveres. Teremos de honrá-los”.

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“O povo é o superlegislador habilitado a rejeitar pelo referendo os projetos aprovados pelo Parlamento.” e “Termino com as palavras com que comecei esta fala”.

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“Não é a Constituição perfeita, mas será útil, pioneira, desbravadora.” e “Que a promulgação seja o nosso grito”.


Questão: 2684 / QT-181684
Ano: 2023
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo - PPL ( 2° Aplicação)
Disciplina: Português
      A vida deveria nos oferecer um lugarzinho no rodapé da nossa história pessoal para eventuais erratas, como em tese de doutorado. Pelas vezes em que na infância e adolescência a gente foi bobo, foi ingênuo, foi indesculpavelmente romântico, cego e teimoso, devia haver uma errata possível. Como quando a gente acreditou que se fosse bonzinho ganharia aquela bicicleta; que todos os professores eram sábios e justos e todas as autoridades decentes; e quando a gente acreditou que pai e mãe eram imortais ou perfeitos.
       Devia haver erratas que anulassem bobagens adultas: botei fora aquela oportunidade, não cuidei da minha grana, fui onipotente, perdi quem era tão precioso para mim, escolhi a gostosona em lugar da parceira alegre e terna; fiquei com aquele cara porque com ele seria mais divertido, mas no fundo eu não o queria como meu amigo e pai dos meus filhos. Profissionalmente não me preparei, não me preveni, não refleti, não entendi nada, tomei as piores decisões. Ah, que bom seria se essas trapalhadas pudessem ser anuladas com uma boa errata! Em geral, não podem.
         Por todas as vezes que desviamos o olhar lúcido ou recolhemos o dedo denunciador, pagaremos — talvez num futuro não muito distante — um alto preço, durante um tempo incalculavelmente longo. E não haverá erratas.

LUFT, L. Errata de pé de página. Veja, n. 28, 18 jul. 2007 (adaptado).


No texto, a autora propõe o uso metafórico da errata como recurso para

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assumir uma posição humilde diante da efemeridade da vida.

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evitar decisões equivocadas advindas da inexperiência. 

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antecipar as consequências das nossas ações.

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promover um maior amadurecimento intelectual.

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rever atitudes realizadas no passado. 


Questão: 2685 / QT-181685
Ano: 2023
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo - PPL ( 2° Aplicação)
Disciplina: Português

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para resolução da questão




Pelo modo como seleciona e organiza as informações, esse infográfico cumpre a função de

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questionar o processo de enfraquecimento da identidade indígena.

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apresentar dados sobre a atual configuração da realidade indígena no país.

-

defender políticas de preservação da cultura indígena.

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divulgar as etnias indígenas mais representativas do Brasil.

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criticar a distribuição geográfica desigual das comunidades indígenas.



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