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Total de Questões Encontradas: 6.422 de 252.126
Exibindo: Página 920 de 1.285

Questão: 4596 / QT-183596
Ano: 2017
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia - PPL
Disciplina: Português

É dia de festa na roça. Fogueira posicionada, caipiras arrumados, barraquinhas com quitutes suculentos e bandeirinhas de todas as cores enfeitando o salão. Mas o ponto mais esperado de toda a festa é sempre a quadrilha, embalada por música típica e linguajar próprio. Anarriê, alavantú, balancê de damas e tantos outros termos agitados pelo puxador da quadrilha deixam a festa de São João, comemorada em todo o Brasil, ainda mais completa.

Embora os festejos juninos sejam uma herança da colonização portuguesa no Brasil, grande parte das tradições da quadrilha tem origem francesa. E muita gente dança sem saber.

As influências estrangeiras são muitas nas festas dos três santos do mês de junho (Santo Antônio, no dia 13, e São Pedro, no dia 29, completam o grupo). O “changê de damas” nada mais é do que a troca de damas na dança, do francês “changer”. O “alavantú”, quando os casais se aproximam e se cumprimentam, também é francês, e vem de “en avant tous”. Assim também acontece com o “balancê”, que também vem de bailar em francês.

SOARES, L. Disponível em: http://gazetaonline.globo.com. Acesso em: 30 jun. 2015 (adaptado).


Ao discorrer sobre a festa de São João e a quadrilha como manifestações da cultura corporal, o texto privilegia a descrição de

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movimentos realizados durante a coreografia da dança.

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personagens presentes nos festejos de São João.

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vestimentas utilizadas pelos participantes.

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ritmos existentes na dança da quadrilha.

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folguedos constituintes do evento.


Questão: 4597 / QT-183597
Ano: 2017
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia - PPL
Disciplina: Português

O comportamento do público, em geral, parece indicar o seguinte: o texto da peça de teatro não basta em si mesmo, não é uma obra de arte completa, pois ele só se realiza plenamente quando levado ao palco. Para quem pensa assim, ler um texto dramático equivale a comer a massa do bolo antes de ele ir para o forno. Mas ele só fica pronto mesmo depois que os atores deram vida àquelas emoções; que cenógrafos compuseram os espaços, refletindo externamente os conflitos internos dos envolvidos; que os figurinistas vestiram os corpos sofredores em movimento.

LACERDA, R. Leitores. Metáfora, n. 7, abr. 2012.


Em um texto argumentativo, podem-se encontrar diferentes estratégias para guiar o leitor por um raciocínio e chegar a determinada conclusão. Para defender sua ideia a favor da incompletude do texto dramático fora do palco, o autor usa como estratégia argumentativa a

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comoção.

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analogia.

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identificação.

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contextualização.

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enumeração.


Questão: 4598 / QT-183598
Ano: 2017
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia - PPL
Disciplina: Português

Imagem associada para resolução 
da questão


Na tirinha, o leitor é conduzido a refletir sobre relacionamentos afetivos. A articulação dos recursos verbais e não verbais tem o objetivo de

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criticar a superficialidade com que as relações amorosas são expostas nas redes sociais.

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negar antigos conceitos ou experiências afetivas ligadas à vida amorosa dos adolescentes.

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enfatizar a importância de incorporar novas experiências na vida amorosa dos adolescentes.

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valorizar as manifestações nas redes sociais como medida do sucesso de uma relação amorosa.

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associar a popularidade de uma mensagem nas redes sociais à profundidade de uma relação amorosa.


Questão: 4599 / QT-183599
Ano: 2017
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia - PPL
Disciplina: Português

Acho que educar é como catar piolho na cabeça de criança.

É preciso ter confiança, perseverança e um certo despojamento.

É preciso, também, conquistar a confiança de quem se quer educar, para fazê-lo deitar no colo e ouvir histórias.

MUNDURUKU, D. Disponível em: http://caravanamekukradja.blogspot.com.br. Acesso em: 5 dez. 2012.


Concorrem para a estruturação e para a progressão das ideias no texto os seguintes recursos:

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Comparação e enumeração.

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Hiperonímia e antonímia.

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Argumentação e citação.

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Narração e retomada.

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Pontuação e hipérbole.


Questão: 4600 / QT-183600
Ano: 2017
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia - PPL
Disciplina: Português

Chamou-me o bragantino e levou-me pelos corredores e pátios até ao hospício propriamente. Aí é que percebi que ficava e onde, na seção, na de indigentes, aquela em que a imagem do que a Desgraça pode sobre a vida dos homens é mais formidável. O mobiliário, o vestuário das camas, as camas, tudo é de uma pobreza sem par. Sem fazer monopólio, os loucos são da proveniência mais diversa, originando-se em geral das camadas mais pobres da nossa gente pobre. São de imigrantes italianos, portugueses e outros mais exóticos, são os negros roceiros, que teimam em dormir pelos desvãos das janelas sobre uma esteira esmolambada e uma manta sórdida; são copeiros, cocheiros, moços de cavalariça, trabalhadores braçais. No meio disto, muitos com educação, mas que a falta de recursos e proteção atira naquela geena social.

BARRETO, L. Diário do hospício e O cemitério dos vivos. São Paulo: Cosac& Naify, 2010.


No relato de sua experiência no sanatório onde foi interno, Lima Barreto expõe uma realidade social e humana marcada pela exclusão. Em seu testemunho, essa reclusão demarca uma

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medida necessária de intervenção terapêutica.

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forma de punição indireta aos hábitos desregrados.

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compensação para as desgraças dos indivíduos.

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oportunidade de ressocialização em um novo ambiente.

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conveniência da invisibilidade a grupos vulneráveis e periféricos.



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