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Questão: 501 / QT-382536
Ano: 2013
Banca: FGV
Órgão: TJ-AM
Cargo: Assistente Judiciário-Web Designer
Disciplina: Português

                                 Derrota da Censura 

      A decisão da Comi ssão de Constituição e Justiça da Câmara de aprovar em caráter conclusivo o projeto  que  autoriza  a divulgação  de  imagens,  escritos  e  informações  biográficas  de pessoas públicas pode ser um marco na história& nbsp;da liberdade de expressão no país. 
      Até  agora, o Brasil  vem  caminhando no obscurantismo no tocante  à  publicação  ou  filmagem  de  biografias. O  artigo  20  do Código  Civil  bate  de  frente  com  a  Constituição,  que  veta  a censura.  Só  informações  avalizadas pelo biografado ou pela  sua família  podem  ser  mostradas.  É  o  império  da  chapa  branca, cravado  numa  sociedade  que  caminha para  o  pluralismo,  a transparência, a troca de opiniões. 
   & nbsp;  O brasileiro vê estupefato uma biografia de&n bsp;Roberto Carlos  sendo recolhida e queimada; biografias de Guimarães Rosa  e Raul Seixas  sendo proibidas de  circular;  inúmeros  filmes  vetados por famílias que  se  julgam no direito de determinar o que pode ou  não pode  ser dito  sobre qualquer pessoa. Exatamente o que os generais&nbs p;acreditavam poder  fazer em  relação  a  jornais,  rádios e televisão. 
       [....] O  projeto  aprovado  na  CCJ  abre  caminho  para  que  a sociedade  seja  amplamente  informada  sobre  seus  homens públicos,  seus  políticos,  seus  artistas, não  apenas  através  de denúncias,  mas  também  de  interpretações.  O  livro  publicado sobre Roberto Carlos era  laudatório; o mesmo  acontecia  com o documentário  de  Glauber  Rocha,  também proibido,  sobre  Di Cavalcanti. 
      [....]  A  alteração  votada  abre  um  leque  extraordinário  ao desenvolvimento  da  produção  cultural  neste  país.  Mais  livros serão  escritos,  mais  filmes  serão realizados,  mais  trajetórias políticas e artísticas serão debatidas.
 

                                                                   (Nelson HoineffO Globo, 11/04/2013)

“Exatamente o que os generais acreditavam poder fazer em relação a jornais, rádios e televisão”

A finalidade da comparação no segmento do texto é a de

-

recordar as grandes injustiças do regime militar.

-

comparar dois momentos diferentes de nossa história.

-

condenar a censura no regime militar.

-

elogiar certas medidas duras, mas indispensáveis.

-

criticar a posição de algumas famílias de biografados.


Questão: 502 / QT-382537
Ano: 2013
Banca: FGV
Órgão: TJ-AM
Cargo: Assistente Judiciário-Web Designer
Disciplina: Português

                                 Derrota da Censura 

      A decisão da Comi ssão de Constituição e Justiça da Câmara de aprovar em caráter conclusivo o projeto  que  autoriza  a divulgação  de  imagens,  escritos  e  informações  biográficas  de pessoas públicas pode ser um marco na história& nbsp;da liberdade de expressão no país. 
      Até  agora, o Brasil  vem  caminhando no obscurantismo no tocante  à  publicação  ou  filmagem  de  biografias. O  artigo  20  do Código  Civil  bate  de  frente  com  a  Constituição,  que  veta  a censura.  Só  informações  avalizadas pelo biografado ou pela  sua família  podem  ser  mostradas.  É  o  império  da  chapa  branca, cravado  numa  sociedade  que  caminha para  o  pluralismo,  a transparência, a troca de opiniões. 
   & nbsp;  O brasileiro vê estupefato uma biografia de&n bsp;Roberto Carlos  sendo recolhida e queimada; biografias de Guimarães Rosa  e Raul Seixas  sendo proibidas de  circular;  inúmeros  filmes  vetados por famílias que  se  julgam no direito de determinar o que pode ou  não pode  ser dito  sobre qualquer pessoa. Exatamente o que os generais&nbs p;acreditavam poder  fazer em  relação  a  jornais,  rádios e televisão. 
       [....] O  projeto  aprovado  na  CCJ  abre  caminho  para  que  a sociedade  seja  amplamente  informada  sobre  seus  homens públicos,  seus  políticos,  seus  artistas, não  apenas  através  de denúncias,  mas  também  de  interpretações.  O  livro  publicado sobre Roberto Carlos era  laudatório; o mesmo  acontecia  com o documentário  de  Glauber  Rocha,  também proibido,  sobre  Di Cavalcanti. 
      [....]  A  alteração  votada  abre  um  leque  extraordinário  ao desenvolvimento  da  produção  cultural  neste  país.  Mais  livros serão  escritos,  mais  filmes  serão realizados,  mais  trajetórias políticas e artísticas serão debatidas.
 

                                                                   (Nelson HoineffO Globo, 11/04/2013)

Ao dizer que o “livro proibido sobre Roberto Carlos era laudatório”, o autor do texto quer dizer que esse livro

-

era imparcial na apresentação da biografia do cantor.

-

estava acumulado de denúncias contra o artista.

-

destacava somente fatos religiosos da vida de Roberto Carlos.

-

criticava de forma ofensiva alguns momentos da vida do biografado.

-

centralizava suas atenções em elogios ao artista.


Questão: 503 / QT-382538
Ano: 2013
Banca: FGV
Órgão: TJ-AM
Cargo: Assistente Judiciário-Web Designer
Disciplina: Português

                                 Derrota da Censura 

      A decisão da Comi ssão de Constituição e Justiça da Câmara de aprovar em caráter conclusivo o projeto  que  autoriza  a divulgação  de  imagens,  escritos  e  informações  biográficas  de pessoas públicas pode ser um marco na história& nbsp;da liberdade de expressão no país. 
      Até  agora, o Brasil  vem  caminhando no obscurantismo no tocante  à  publicação  ou  filmagem  de  biografias. O  artigo  20  do Código  Civil  bate  de  frente  com  a  Constituição,  que  veta  a censura.  Só  informações  avalizadas pelo biografado ou pela  sua família  podem  ser  mostradas.  É  o  império  da  chapa  branca, cravado  numa  sociedade  que  caminha para  o  pluralismo,  a transparência, a troca de opiniões. 
   & nbsp;  O brasileiro vê estupefato uma biografia de&n bsp;Roberto Carlos  sendo recolhida e queimada; biografias de Guimarães Rosa  e Raul Seixas  sendo proibidas de  circular;  inúmeros  filmes  vetados por famílias que  se  julgam no direito de determinar o que pode ou  não pode  ser dito  sobre qualquer pessoa. Exatamente o que os generais&nbs p;acreditavam poder  fazer em  relação  a  jornais,  rádios e televisão. 
       [....] O  projeto  aprovado  na  CCJ  abre  caminho  para  que  a sociedade  seja  amplamente  informada  sobre  seus  homens públicos,  seus  políticos,  seus  artistas, não  apenas  através  de denúncias,  mas  também  de  interpretações.  O  livro  publicado sobre Roberto Carlos era  laudatório; o mesmo  acontecia  com o documentário  de  Glauber  Rocha,  também proibido,  sobre  Di Cavalcanti. 
      [....]  A  alteração  votada  abre  um  leque  extraordinário  ao desenvolvimento  da  produção  cultural  neste  país.  Mais  livros serão  escritos,  mais  filmes  serão realizados,  mais  trajetórias políticas e artísticas serão debatidas.
 

                                                                   (Nelson HoineffO Globo, 11/04/2013)

Antes do início da transcrição do quarto parágrafo do texto, há colchetes com alguns pontos em seu interior [....]. Esse sinal quer informar ao leitor que

-

parte do texto foi suprimida.

-

parte do texto original estava ilegível.

-

por alguma razão, parte do texto foi censurada.

-

o parágrafo seguinte foi anexado ao texto.

-

o parágrafo seguinte foi deslocado para o final do texto.


Questão: 504 / QT-382539
Ano: 2013
Banca: FGV
Órgão: TJ-AM
Cargo: Assistente Judiciário-Web Designer
Disciplina: Português

                                 Derrota da Censura 

      A decisão da Comi ssão de Constituição e Justiça da Câmara de aprovar em caráter conclusivo o projeto  que  autoriza  a divulgação  de  imagens,  escritos  e  informações  biográficas  de pessoas públicas pode ser um marco na história& nbsp;da liberdade de expressão no país. 
      Até  agora, o Brasil  vem  caminhando no obscurantismo no tocante  à  publicação  ou  filmagem  de  biografias. O  artigo  20  do Código  Civil  bate  de  frente  com  a  Constituição,  que  veta  a censura.  Só  informações  avalizadas pelo biografado ou pela  sua família  podem  ser  mostradas.  É  o  império  da  chapa  branca, cravado  numa  sociedade  que  caminha para  o  pluralismo,  a transparência, a troca de opiniões. 
   & nbsp;  O brasileiro vê estupefato uma biografia de&n bsp;Roberto Carlos  sendo recolhida e queimada; biografias de Guimarães Rosa  e Raul Seixas  sendo proibidas de  circular;  inúmeros  filmes  vetados por famílias que  se  julgam no direito de determinar o que pode ou  não pode  ser dito  sobre qualquer pessoa. Exatamente o que os generais&nbs p;acreditavam poder  fazer em  relação  a  jornais,  rádios e televisão. 
       [....] O  projeto  aprovado  na  CCJ  abre  caminho  para  que  a sociedade  seja  amplamente  informada  sobre  seus  homens públicos,  seus  políticos,  seus  artistas, não  apenas  através  de denúncias,  mas  também  de  interpretações.  O  livro  publicado sobre Roberto Carlos era  laudatório; o mesmo  acontecia  com o documentário  de  Glauber  Rocha,  também proibido,  sobre  Di Cavalcanti. 
      [....]  A  alteração  votada  abre  um  leque  extraordinário  ao desenvolvimento  da  produção  cultural  neste  país.  Mais  livros serão  escritos,  mais  filmes  serão realizados,  mais  trajetórias políticas e artísticas serão debatidas.
 

                                                                   (Nelson HoineffO Globo, 11/04/2013)

Tendo em vista nossa realidade política e jurídica, podemos constatar que o título dado ao texto – Derrota da Censura – representa, do ponto de vista do autor,

-

uma crítica e um alerta.

-

um desejo e uma esperança.

-

uma opinião e uma certeza.

-

uma dúvida e uma vontade.

-

uma previsão e uma ironia.


Questão: 505 / QT-382540
Ano: 2013
Banca: FGV
Órgão: TJ-AM
Cargo: Assistente Judiciário-Web Designer
Disciplina: Português

                                 Derrota da Censura 

      A decisão da Comi ssão de Constituição e Justiça da Câmara de aprovar em caráter conclusivo o projeto  que  autoriza  a divulgação  de  imagens,  escritos  e  informações  biográficas  de pessoas públicas pode ser um marco na história& nbsp;da liberdade de expressão no país. 
      Até  agora, o Brasil  vem  caminhando no obscurantismo no tocante  à  publicação  ou  filmagem  de  biografias. O  artigo  20  do Código  Civil  bate  de  frente  com  a  Constituição,  que  veta  a censura.  Só  informações  avalizadas pelo biografado ou pela  sua família  podem  ser  mostradas.  É  o  império  da  chapa  branca, cravado  numa  sociedade  que  caminha para  o  pluralismo,  a transparência, a troca de opiniões. 
   & nbsp;  O brasileiro vê estupefato uma biografia de&n bsp;Roberto Carlos  sendo recolhida e queimada; biografias de Guimarães Rosa  e Raul Seixas  sendo proibidas de  circular;  inúmeros  filmes  vetados por famílias que  se  julgam no direito de determinar o que pode ou  não pode  ser dito  sobre qualquer pessoa. Exatamente o que os generais&nbs p;acreditavam poder  fazer em  relação  a  jornais,  rádios e televisão. 
       [....] O  projeto  aprovado  na  CCJ  abre  caminho  para  que  a sociedade  seja  amplamente  informada  sobre  seus  homens públicos,  seus  políticos,  seus  artistas, não  apenas  através  de denúncias,  mas  também  de  interpretações.  O  livro  publicado sobre Roberto Carlos era  laudatório; o mesmo  acontecia  com o documentário  de  Glauber  Rocha,  também proibido,  sobre  Di Cavalcanti. 
      [....]  A  alteração  votada  abre  um  leque  extraordinário  ao desenvolvimento  da  produção  cultural  neste  país.  Mais  livros serão  escritos,  mais  filmes  serão realizados,  mais  trajetórias políticas e artísticas serão debatidas.
 

                                                                   (Nelson HoineffO Globo, 11/04/2013)

“O projeto aprovado na CCJ abre caminho para que a sociedade seja amplamente informada sobre seus homens públicos, seus políticos, seus artistas, não apenas através de denúncias, mas também de interpretações.O livro publicado sobre Roberto Carlos era laudatório; o mesmo acontecia com o documentário de Glauber Rocha, também proibido, sobre Di Cavalcanti”.

Assinale a alternativa em que o valor semântico do conector sublinhado está indicado de forma correta.

-

para que – direção.

-

sobre – lugar.

-

através de – meio.

-

mas também – oposição.

-

com – companhia.



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