
Há objeções críticas pelo lado da sociologia
industrial e da psicologia empresarial ao princípio da extrema fragmentação do trabalho no taylorismo. O
trabalho muito repetitivo é visto como um esvaziamento do conteúdo do trabalho. O gráfico precedente
apresenta a conjectura de relacionamento entre o grau de complexidade da atividade e o grau de
eficácia do trabalho humano.